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MERCADO DE EMBALAGENS VÊ SINAIS DE RECUPERAÇÃO
 

Apesar da recessão, o mercado de embalagens (latas e folhas finas especiais) tem merecido atenção especial por parte dos principais grupos instalados no país. De acordo com dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade (Abralatas), as vendas tem crescido desde 2005, quando saíram de um patamar de 9,8 milhões de unidades para 24,1 milhões em 2015, com perspectivas de se repetir o mesmo desempenho em 2016. Comparado ao primeiro trimestre do ano passado, a demanda caiu 4%, mas já há sinais de recuperação para os próximos meses. "Notamos que houve um crescimento nos pedidos para julho", afirma Francisco Pires, vice-presidente de operações da Novelis para a América do Sul. 

Líder mundial em laminados e reciclagem de alumínio, com participação acima de 90% no mercado sul-americano, a Novelis fez um investimento de US$ 340 milhões em sua unidade de Pindamonhangaba (SP). O investimento foi dividido em três áreas distintas, envolvendo a cadeia de alumínio voltado para latas de bebidas. 

O primeiro passo foi a expansão da capacidade de produção de 400 mil toneladas para 600 mil toneladas. "Pensamos no mercado interno e nas exportações para países da América do Sul, África e possivelmente o México", diz Pires. 

Atualmente, a produção está na casa de 490 mil toneladas/ano, volume que deve se manter estável em 2016. Anunciado em 2014, a direção da empresa não previu a queda na atividade econômica nas proporções atingidas, mas considera que a capacidade instalada tem condições de atender uma recuperação do mercado consumidor até 2020, quando se pretende promover nova expansão, desta vez para 700 mil toneladas/ano. 

A segunda etapa consistiu na criação de uma área voltada para a pintura das chapas para tampas das latas, procedimento que era executado por terceiros. "Saímos de uma produção terceirizada de 50 mil toneladas/ano para uma operação própria de 100 mil toneladas", diz o diretor. 

No caso da indústria de laminados, o cliente final da Novelis é o fabricante de latas de alumínio, que atende o setor de bebidas. O alumínio é vendido em três formatos distintos: o corpo da lata, que é pintada e cortada em rodas, e anel de abertura do recipiente, que é de alumínio mais duro e não sofre pintura. "Quase todo o alumínio com pintura era importado. Com o parque industrial próprio, reduzindo as importações em 91%", afirma Pires. 

A terceira fase dos investimentos foi direcionada ao processo de reciclagem, que recebeu US$ 150 milhões do total. Os recursos foram aplicados tanto na modernização da área de reciclagem, que dobrou a produção de 200 mil toneladas/ano para 400 mil toneladas/ano, como no aprimoramento do sistema logístico de captação das latas usadas. 

Segundo Pires, a Novelis implantou oito centros de coleta de latas nas principais capitais brasileiras e ampliou a parceria com diversas cooperativas de reciclagem. Diariamente, caminhões da empresa passam pelas cooperativas e recolhem as latas, que são compactadas nos centros de coleta e posteriormente enviadas para Pindamonhangaba. "Cerca de 70% das 24 bilhões de latas produzidas voltam para nós. São cerca de 250 mil pessoas envolvidas em toda a cadeia", diz o diretor. O Brasil é líder mundial na reciclagem de latas de alumínio, com um índice de mais de 98% de aproveitamento do material. 

No primeiro trimestre de 2014, a Alcoa anunciou investimentos de US$ 40 milhões em sua unidade de laminação, em Itapissuma (PE). Os recursos foram direcionados no segmento de folhas especiais, de fina espessura, para embalagens assépticas e flexíveis, destinadas a empresas de alimentação e bebidas. Em comunicado da assessoria de imprensa, a decisão levou em conta fortalecera liderança da Alcoa neste setor na América Latina. Ao executar o investimento, a Alcoa projetava um crescimento anual de 7% na demanda por embalagens especiais até 2017, em razão de suas especificidades, que permitem mais retenção dos nutrientes e maior tempo. 

Fonte: Valor Econômico

 

 
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